Que livro você é?

Quando eu comecei a ter acesso a internet (lá nos primórdios dos tempos), eu costumava fazer tudo quanto era teste que encontrava pela frente. Os de QI e de sanidade mental eram os campeões. Bom, quanto aos resultados, é melhor não comentar (:-p). Sei que nunca mais me interessei por nenhum, em parte pelo meu ceticismo, em parte pela falta de testes interessantes. Até que, essa semana, um me chamou atenção: Que livro você é? 

Segundo o teste, se eu fosse um livro, eu seria:

Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis.

Machado de Assis“Ok, você não é exatamente uma pessoa fácil e otimista, mas muita gente te adora. É possível, aliás, que você marque a história de sua família, de seu bairro… Quem sabe até de sua cidade? Afinal, você consegue ser inteligente e perspicaz, mas nem por isso virar as costas para a popularidade – um talento raro. Claro que esse cinismo ácido que você teima em destilar afasta alguns, e os mais jovens nem sempre conseguem entendê-lo. Mas nada que seu carisma natural e dinamismo não compensem.
“Memórias póstumas de Brás Cubas”
(1881) é considerado o divisor de águas entre os movimentos Romântico e Realista. Uma das expressões da genialidade de Machado de Assis (e de sua refinada ironia), há décadas tem sido leitura obrigatória na maior parte das escolas e costuma agradar aos alunos adolescentes. Já inspirou filme e peças de teatro. É, portanto, um caso de clássico capaz de conquistar leitores variados. Proezas de Machado.”

Gostei do livro, foi um dos primeiros que li na vida. E a descrição… hummm… digamos que me cai bem, a não ser a parte que fala do cinismo ácido que eu destilo, é claro. Hahahaha!

E você? Que livro é?

Roberta Simoni

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